Ídolo, Felipe fala sobre sua relação com o America
Um dos pilares no acesso, Felipe fala sobre Carioca, Copa
Rio e futuro no America
Na história recente do America, poucos atletas ciaram uma
ligação tão profunda, e de idolatria, com os torcedores americanos. Enraizado
no coração de boa parte da torcida rubra, muito por conta de sua dedicação em
campo, atuações importantes e carinho com o clube, Felipe já é um destes novos
ídolos. Eleito por diversos veículos de comunicação como o melhor goleiro do
Estadual de 2015, o arqueiro colaborou, significativamente, para o acesso com
inúmeras defesas difíceis.
Um dos destaques na vitoriosa campanha, o arqueiro, titular do Mecão por duas temporadas, participou de momentos bons e ruins do America em três competições diferente. Talvez por isso, Felipe mostrou personalidade para falar sobre insucessos, como o fracasso no Carioca de 2014 e da surpresa com a eliminação da Copa Rio do mesmo ano, e do novo horizonte que se abre para o Mecão após o retorno à Série A. Apontado como um dos líderes do elenco rubro, o goleiro americano abordou diversos assuntos, como seu futuro no clube que aprendeu a amar.
Você chegou ao America após ser destaque no Audax Rio e no São João da Barra. Como foi seu primeiro ano no clube?
-O Carioca de 2014 teve um sabor amargo pela desclassificação dentro de casa no primeiro turno e pela sequência negativa que tivemos na competição, que fez nossos planos irem por água abaixo. Na Copa Rio foi diferente, fomos com força total. Tínhamos um time escolhido a dedo e que tinha tudo para chegar ao título. Mas, como a teoria não entra em campo, acabamos caindo na segunda fase.
É verdade que estas eliminações quase o fizeram deixar o America?
Um dos destaques na vitoriosa campanha, o arqueiro, titular do Mecão por duas temporadas, participou de momentos bons e ruins do America em três competições diferente. Talvez por isso, Felipe mostrou personalidade para falar sobre insucessos, como o fracasso no Carioca de 2014 e da surpresa com a eliminação da Copa Rio do mesmo ano, e do novo horizonte que se abre para o Mecão após o retorno à Série A. Apontado como um dos líderes do elenco rubro, o goleiro americano abordou diversos assuntos, como seu futuro no clube que aprendeu a amar.
Você chegou ao America após ser destaque no Audax Rio e no São João da Barra. Como foi seu primeiro ano no clube?
-O Carioca de 2014 teve um sabor amargo pela desclassificação dentro de casa no primeiro turno e pela sequência negativa que tivemos na competição, que fez nossos planos irem por água abaixo. Na Copa Rio foi diferente, fomos com força total. Tínhamos um time escolhido a dedo e que tinha tudo para chegar ao título. Mas, como a teoria não entra em campo, acabamos caindo na segunda fase.
É verdade que estas eliminações quase o fizeram deixar o America?
-Depois disso não sabíamos quem iria continuar ou não, e eu quase acertei minha
ida para o Tigres do Brasil. Porém, por obra do destino e da ajuda de algumas
pessoas, permaneci no America e pude ajudar a equipe a conquistar o acesso e o
título, depois de quatro anos de série B.
Como foi o caminho para um 2015 tão diferente da temporada passada?
-Quando nos apresentamos no início do ano, o então treinador Arturzinho disse que ali estavam os escolhidos para colocar o nome na história do clube, e assim foi. Trabalhamos muito, arduamente, desde o princípio da competição. Não nos deixamos abater com as eliminações nas semifinais dos turnos e mostramos a grandeza do America no Triangular Final.
Esta dedicação rendeu o título e o acesso ao America, e diversos prêmios individuais para você. Esperava esse reconhecimento?
-Depois de ter sido titular com cinco treinadores que passaram pelo America, fico feliz em hoje ter um reconhecimento pelo meu trabalho. Principalmente pelas pessoas que me conhecem e sabem do carinho e respeito que tenho pelo clube.
Você e todo o elenco do Carioca conseguiram recolocar o America na elite do Futebol do Estado após 4 anos na Série B. Acha que este feito te marca na história do clube?
-Tenho certeza que coloquei meu nome na história do clube com o acesso e o título, mas isso para mim ainda é só o começo. Quero poder ajudar a colocar o America no cenário nacional novamente. A torcida e o Futebol do clube merecem isso. E poder estar nessa história que está sendo escrita me deixa realizado profissionalmente. É como sempre digo a todos, como o nosso hino diz: ´Nós ainda queremos muito mais`.
A Copa Rio começa no próximo dia 26. O America chega como Campeão da Série B e você como o melhor goleiro do Estadual. Já traçou metas para ela?
-Crio metas em todo campeonato que começa, e no carioca desse ano consegui alcançar todas que eu tracei: ser o goleiro menos vazado, o melhor da posição e conquistar o título. Nessa Copa Rio as metas são as mesmas, mas espero poder fazer ainda mais. Claro que a mais importante (das metas) é ser campeão, as outras serão consequências.
Você conquistou uma legião de fãs neste período em que está no America, sejam companheiros de trabalho ou torcedores, por seu trabalho, empenho, conquistas e modo de tratar as pessoas. Qual recado deixaria para os que te apoiam e ajudam nessa trajetória no Mecão?
Como foi o caminho para um 2015 tão diferente da temporada passada?
-Quando nos apresentamos no início do ano, o então treinador Arturzinho disse que ali estavam os escolhidos para colocar o nome na história do clube, e assim foi. Trabalhamos muito, arduamente, desde o princípio da competição. Não nos deixamos abater com as eliminações nas semifinais dos turnos e mostramos a grandeza do America no Triangular Final.
Esta dedicação rendeu o título e o acesso ao America, e diversos prêmios individuais para você. Esperava esse reconhecimento?
-Depois de ter sido titular com cinco treinadores que passaram pelo America, fico feliz em hoje ter um reconhecimento pelo meu trabalho. Principalmente pelas pessoas que me conhecem e sabem do carinho e respeito que tenho pelo clube.
Você e todo o elenco do Carioca conseguiram recolocar o America na elite do Futebol do Estado após 4 anos na Série B. Acha que este feito te marca na história do clube?
-Tenho certeza que coloquei meu nome na história do clube com o acesso e o título, mas isso para mim ainda é só o começo. Quero poder ajudar a colocar o America no cenário nacional novamente. A torcida e o Futebol do clube merecem isso. E poder estar nessa história que está sendo escrita me deixa realizado profissionalmente. É como sempre digo a todos, como o nosso hino diz: ´Nós ainda queremos muito mais`.
A Copa Rio começa no próximo dia 26. O America chega como Campeão da Série B e você como o melhor goleiro do Estadual. Já traçou metas para ela?
-Crio metas em todo campeonato que começa, e no carioca desse ano consegui alcançar todas que eu tracei: ser o goleiro menos vazado, o melhor da posição e conquistar o título. Nessa Copa Rio as metas são as mesmas, mas espero poder fazer ainda mais. Claro que a mais importante (das metas) é ser campeão, as outras serão consequências.
Você conquistou uma legião de fãs neste período em que está no America, sejam companheiros de trabalho ou torcedores, por seu trabalho, empenho, conquistas e modo de tratar as pessoas. Qual recado deixaria para os que te apoiam e ajudam nessa trajetória no Mecão?
-Me sinto honrado pelo carinho que recebo de boa parte da torcida americana,
principalmente das crianças. Elas são o futuro do America e me orgulho em ser o
ídolo de muitas delas. Seguirei dando o meu máximo para contribuir com o
sorriso deles e toda a nação americana por muito tempo, pois eu aprendi a amar
esse clube e quero o bem da instituição. Aproveito para agradecer ao Ricardo
Cruz, por ter me treinado e ter conduzido tão bem o grupo ao acesso e ao
título. Também agradeço ao Willian Bacana, Preparador de Goleiros, que chegou
com a efetivação do Ricardo no cargo de treinador, e aos goleiros Luis Henrique
e Sergio, que estiveram comigo diariamente nessa batalha árdua, sempre mantendo
respeito e torcida um pelo outro. E claro, não posso esquecer do nosso
Presidente, Léo Almada, que merece o meu agradecimento porque fez e faz de tudo
para que possamos ter uma boa estrutura, dentro e fora dos gramados.



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