Mantendo o foco
Técnico exalta elenco qualificado
Líder de firma isolada no seu grupo e na pontuação geral, o
America terá pela frente o Gonçalense, em seu primeiro jogo de sua história
contra a equipe de São Gonçalo. O embate será em Itaboraí, neste sábado (11),
em partida válida pela sétima rodada da Taça Santos Dumont. Para o técnico
Arturzinho, este será mais um jogo difícil, como todos que classificou ter
jogado, considerando ser mais uma pedreira à frente do America em sua luta para
retornar à elite.
-Mais uma pedreira como foram todos os jogos. Tivemos dificuldades
desde o início da competição, quando empatamos com o Audax; contra o São João
da Barra, quando ganhamos por 1 a 0 no finalzinho; em Campos, quando empatamos
em 0 a 0 com o Americano; e assim constantemente. Cabe a nós continuar se
preparando adequadamente e sabemos que mesmo tendo esse problema da
qualificação dos adversários, todos muito bem preparados, nós temos que jogar
como America. Temos que postular sempre a vitória, sempre os três pontos, com o
maior respeito à equipe adversária, mas vamos para Itaboraí sabendo que vamos
encontrar dificuldades, mas com bastante otimismo em jogar uma grande partida. Disse.
O America, caso vença o Gonçalense, e dependendo dos
resultados, pode até empatar na próxima rodada que garante vaga na semifinal. Mas
o técnico Arturzinho não pensa dessa forma.
-Não, a gente não trabalha assim. Penso em conquistar os três
pontos, e se não conseguir, o empate pode ser, de acordo com as conseqüências
do jogo, um bom resultado. Desde a minha chegada o que tenho frisado para os
atletas é que o America não está no seu devido lugar. O America é time de série
A, é time grande, e como tal tem que jogar como time grande e independentemente
do adversário, por mais que a gente respeite a equipe do Gonçalense, nós temos
que ir pra lá pra jogar um grande futebol. Respeitar sim, mas sem nenhum tipo
de temor e jogar tentando o melhor resultado possível e vai ser assim enquanto
nós estivermos por aqui. Relatou.
Por ter seu nome gritado pela torcida, Arturzinho avisa que
este fato é normal no futebol quando o time está bem. Mas ressalta que existem
outros nomes responsáveis pela boa campanha e que a torcida poderia exaltar.
Mas afirmou que se sente motivado com os gritos que vem das arquibancadas.
-Motivar sim, mas isso faz parte do futebol. Quando o time
está ganhando o treinador é exaltado porque às vezes eles esquecem de gritar o
nome do presidente que está fazendo um excelente trabalho, dando todas as
condições possíveis pra gente; esquecem de gritar o nome do Edu, que é o maior ídolo
do America, esquecem de gritar o nome da comissão técnica, com o Ricardo Cruz,
o Almir, do Tuca, dos fisioterapeutas, dos médicos e alguém é representante
disso tudo e eu sou o mais visível. Nós só estamos conseguindo isso porque
todos tem feito a sua parte com toda dedicação e muita capacidade e isso tem
feito com que nós tenhamos os resultados, e sempre ressaltando que quem faz a
diferença principal no trabalho são os atletas, cabe a nós prepará-los em todos
os níveis para que eles desenvolvam melhor seus papéis dentro do jogo. Ressaltou.
Mesmo com desfalques pontuais, Arturzinho tem utilizado
peças que desempenham muito bem seus papéis nas posições em que necessita. Isso
para ele é importante porque mostra que o America tem um grupo qualificado.
-Nós temos um elenco de qualidade, e tem demonstrado nas
circunstâncias dos jogos que nós podemos criar alternativas e essas
corresponderem, e foi o caso do Léo Rocha. Nós já perdemos o Taércio, o Jean,
outros jogadores que poderíamos utilizá-los em jogos importantes, mas mesmo
assim como é um grupo qualificado e consciente de sua responsabilidade em
vestir essa camisa do America, e eu espero que a gente não mude este
comportamento e vou cobrar muito isso deles como venho cobrando, para que a gente
não ache que já está encaminhado. A gente tem que continuar trabalhando forte
para que papai do céu possa continuar nos ajudando. Encerrou.

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